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Disney

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No começo da semana, Bob Iger, o CEO da Disney, revelou que o estúdio irá retirar todos os seus filmes e séries do catálogo na Netflix. O motivo? O estúdio irá criar seu próprio serviço de streaming, que será lançado em 2019 e contará com produções exclusivas.

No Brasil, o cenário é diferente e os filmes irão continuar no catálogo.

A plataforma da Disney será criada em parceria com a empresa de tecnologia BAM Tech, que teve uma fatia de 33% adquirida pela companhia do Mickey em 2016.

A Disney também lançará em 2018 um serviço de streaming com todo o conteúdo esportivo da ESPN.

No último ano, a Walt Disney tentou comprar a Netflix – sem sucesso.

Não foi revelado o valor da proposta, mas a Disney desembolsou US$ 4 bilhões para comprar a Marvel Studios em 2009, e US$ 4,05 bilhões para comprar a Lucasfilm em 2012.

A Netflix tem um patrimônio líquido no valor de US$ 1,26 bilhão e possui em torno 86 milhões de usuários no mundo todo.

Recentemente, a Disney tentou comprar a Warner Bros. – mas não foi bem sucedida.

 

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Chegará em breve mais um concorrente da Netflix, e de peso. A Disney anunciou nesta terça-feira (8) que vai retirar em 2019 todos os seus filmes da Netflix nos Estados Unidos e criar um serviço de streaming próprio.

Assim, a empresa planeja, a partir de 2019, disponibilizar em sua plataforma filmes como “Toy Story 4”, a sequência de “Frozen: Uma Aventura Congelante” e o live-action de “O Rei Leão”.

“A Disney também investirá significativamente em uma série anual de filmes originais, séries, curtas e outras exclusivas da marca Disney para o serviço. Além disso, a plataforma contará com uma vasta coleção de conteúdo, incluindo filmes da Disney e Pixar e programas de televisão do Disney Channel, Disney Junior e Disney XD.”

A mudança vai valer por enquanto apenas para o mercado americano. Também não há informações concretas a respeito das produções da Marvel e da Lucasfilm, companhias que fazem parte da Disney. Falando com investidores, o CEO da Disney, Robert Iger, disse:

“Há conversas sobre o lançamento de um serviço exclusivo da Marvel e outro de Star Wars, mas sabemos do volume de conteúdo que entraria nessas plataformas. A distribuição de conteúdos da Marvel e de Star Wars será anunciada em uma data posterior, quando soubermos o que queremos fazer.”

Opa…

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AAAAAH! Na noite de sexta-feira, 2 de junho, foi liberado pelo Disney Channel o primeiro trailer de “Raven’s Home”, aguardada série derivada do programa “As Visões de Raven”!

Em “Raven’s Home”, vamos acompanhar Raven (Raven-Symoné) e Chelsea (Anneliese van der Pol) tocando a vida como mães recém-divorciadas, morando juntas e criando seus filhos.

Além delas, o elenco conta com Issac Brown (“Black-Ish”) e Navia Robinson (“Being Mary Jane”) — eles serão Booker e Nia, os filhos gêmeos da Raven. Jason Maybaum (“Superstore”) interpretará o filho da Chelsea, Levi; já Sky Katz (“America’s Got Talent”), viverá Tess, melhor amiga da Nia.

Animados? Bora assistir a prévia!

Olha só o filho da Raven tendo visões também!

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Precisamos ver essa série logooooooo! “Raven’s Home” tem estreia marcada nos Estados Unidos para 21 de julho no Disney Channel. Por enquanto, não há informação sobre a exibição no Brasil.

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A tendência agora é adaptar animações clássicas da Disney para versões com atores. Fique ligado na palavra live-action, que ainda vamos ouvir muito falar dela.

Tudo começou com Alice no País das Maravilhas, depois veio Malévola, Cinderela, Mogli e A Bela e a Fera, que está em cartaz nos cinemas. Mas não para por aí. Muitos outros personagens vão ganhar seus respectivos em carne e osso nos próximos anos.

A Bela e a Fera

A Bela e a Fera

O mais recente live-action inspirado em uma animação da Disney é A Bela e a Fera, que está em cartaz nos cinemas. Estrelado por Emma Watson e Dan Stevens, e dirigido por Bill Condon, o filme tem algumas importantes diferenças em relação à animação de 1991, como o primeiro personagem homossexual da Disney.
Mulan
Mulan
A produção de Mulan começou com suspeitas de “embranquecimento”, mas eram só rumores. Os atores serão asiáticos e as filmagens serão na China. Dirigido por Niki Caro (Encantadora de Baleias) – que promete mais ação e menos canções em um ”espetáculo feminino de artes marciais” – esse será o segundo filme do estúdio com orçamento maior de U$ 100 milhões a ser dirigido por uma mulher (o outro é Uma Dobra no Tempo, de Ava DuVernay). Inspirado na animação de 1998, Mulan chegará aos cinemas em novembro de 2018.
Aladdin

Aladdin

Lembra que, em 2015, a Disney anunciou estar trabalhando em um live-action que contasse a história do Gênio? Pois é, parece que essa ideia foi deixada de lado e eles optaram agora em fazer um filme de Aladdin, baseado na animação de 1992. Dirigido por Guy Ritchie (Snatch – Porcos e Diamantes, Sherlock Holmes) e roteirizado por John August (Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas), o filme será um musical cheio de energia e terá um elenco diversificado, com atores árabes e não-brancos.
Ursinho Pooh / Christopher Robin

Ursinho Pooh / Christopher Robin

Com ares de Hook – A Volta do Capitão Gancho, o live-action inspirado em Ursinho Pooh, Christopher Robin, seguirá o garoto Cristóvão, agora adulto, homem de negócios e com família, já esquecido das suas imaginativas aventuras infantis. Ele recebe a inesperada visita de Pooh, que pede ajuda para encontrar seus amigos. A direção é de Marc Forster (Guerra Mundial Z), o roteiro inicial foi de Alex Ross Perry (Cala a Boca, Philip) e o reescrito será de autoria de Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados, que lhe rendeu um Oscar).
Peter Pan

Peter Pan

Peter Pan já teve algumas versões com atores, mas o filme preparado pela Disney, sob o comando de David Lowery, que também dirigiu o live-action Meu Amigo, o Dragão, será clássica e bastante tradicional. Roteirizado por Lowery e por Toby Halbrooks, o filme deve ser lançado em 2019.
Tinker Bell

Tinker Bell

Seguindo a linha da “história que você não conhece” visto no bem-sucedido Malévola, a Disney está produzindo Tinker Bell, um live-action sobre a Sininho de Peter Pan, que já possui diversas animações solo. Estrelado e produzido por Reese Witherspoon, o longa terá o roteiro de Victoria Strouse (Procurando Dory). Curiosamente, outro live-action da Sininho, estrelado por Melissa McCarthy, está sendo produzido pela Fox.
O Rei Leão

O Rei Leão

Por incrível que pareça, O Rei Leão também ganhará uma versão live-action. Dirigido por Jon Favreau, que também comandou a versão com atores de Mogli – O Menino Lobo, o filme terá James Earl Jones reprisando a icônica voz de Mufasa e Donald Glover (Atlanta, Han Solo) dublando o Simba.
Pinóquio

Pinóquio

Novas versões de Pinóquio estão sendo desenvolvidas por diversos estúdios ao longo dos anos – um live-action da Warner, por exemplo, terá Robert Downey Jr. no papel de Geppetto. Entretanto, a Disney está desenvolvendo o seu próprio live-action da clássica animação, roteirizado por Peter Hedges (Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada, A Estranha Vida de Timothy Green).

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Seguindo a linha de live-action da Disney, vem aí uma versão com atores de A Pequena Sereia.

E Alan Menken, o premiado compositor das trilhas sonoras das animações da Disney – que comandou as canções do live-action A Bela e a Fera e vai trabalhar na nova versão de A Pequena Sereia ao lado de Lin-Manuel Miranda – já sabe quem quer para o papel da vilã Úrsula: o ator, roteirista, ativista de direitos homossexuais e, ocasionalmente, drag queen Harvey Fierstein.

Fierstein, que trabalhou em filmes como Independence Day e Uma Babá Quase Perfeita, é mais conhecido por seu papel como Edna na versão da Broadway do musical “Hairspray” – atuação que lhe rendeu uma estatueta do Tony Awards (o Oscar do teatro). Além disso, ele também escreveu os roteiros de diversas peças da Broadway com temática LGBT, como “La Cage aux Folles”, “Casa Valentina” e “Torch Song Trilogy”.

Pelo jeito, Menken quer que Fierstein – com quem trabalhou na peça musical “Extra! Extra!” – voltasse a assumir uma personalidade feminina: ”Eu queria Harvey”, disse Menken em entrevista ao Gay Times, rindo. “Eu queria Harvey Fierstein para Úrsula. Eu mataria por isso!”

Posteriormente, o próprio Fierstein compartilhou uma notícia sobre o assunto, dizendo: “Ah, Alan, não precisa matar ninguém. Seu desejo é uma ordem”. E ainda fez uma referência à famosa canção da vilã de A Pequena Sereia: “Quanto ao resto de vocês…: Ah, corações infelizes”.


Harvey Fierstein em Hairspray.

E você, o que acha da ideia de Menken?

Vale lembrar que outras duas versões de A Pequena Sereia estão sendo produzidas em Hollywood: uma ”adaptação sombria” da Universal Pictures, que seria originalmente estrelada por Chloë Grace Moretz, e um filme voltado para o público familiar com Shirley MacLaine.

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Desde o ano passado, a Disney vem se esforçando para atender às demandas (principalmente por parte da GLAAD, a Aliança Gay e Lésbica Contra a Difamação) pela adição de mais representatividade LGBTQ em suas produções. Além da inclusão de um personagem homossexual em Zootopia: Essa Cidade é o Bicho e do anúncio de que um dos personagens da refilmagem live-action de A Bela e a Fera é gay, a empresa criada por Walt Disney transmitiu o primeiro beijo gay de sua história no desenho Star vs As Forças do Mal, exibido no canal Disney XD.

A cena, muito comemorada pelo Twitter e que pode ser considerada como um marco em direção à maior representatividade, acontece durante um dos episódios da segunda temporada da série, “Just Friends” (“Apenas Amigos”, em português). Durante o concerto de uma boy band, é possível ver diversos casais se beijando, inclusive um formado por dois homens e outro formado por duas mulheres.

Ainda, vale lembrar que os diretores de Moana – Um Mar de Aventuras afirmaram que há espaço para uma princesa LGBTQ nos filmes da Disney e que há uma campanha para que Elsa (Idina Menzel) ganhe uma namorada em Frozen 2. E aí, o que você achou da iniciativa?

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O tão aguardado “A Bela e A Fera” ganhou um novo teaser na tarde desta segunda (20). Nele, Emma Watston canta pela primeira vez na pele de Bela. A atriz mostrou (muito bem) sua performance para a música “Belle” (ou “Bon Jour, Bon Jour!”), trilha sonora original do filme.

Confira abaixo:

O filme “A Bela e A Fera” estreia no dia 16 de março. Um trailer oficial já tinha sido divulgado, e você pode assistir abaixo.

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A Disney é uma grande influência na formação de percepção de gênero, principalmente para as crianças, retratando as princesas sempre nobres, submissas, em busca do amor da sua vida, sempre um homem másculo, pronto para salvá-las.

Então o artista David Trumble resolveu mostrar ao mundo 10 mulheres que marcaram a história “no maior estilo Disney”, que contribuíram imensamente para a sociedade e que realmente deveríamos nos inspirar.

Veja quem são elas:

Princesa Ruth Bader Ginsburg: Princesa Suprema

Foi a segunda mulher nomeada para o cargo de Juíza da Suprema Corte dos EUA, portadora de uma potente voz em favor da igualdade de gênero, de direitos dos trabalhadores e da separação entre Igreja e Estado. Em 1996, Ginsburg escreveu a decisão histórica do Supremo Tribunal Federal dos EUA, e os fez entender que o Instituto Militar da Virgínia apoiada pelo Estado não poderia recusar-se a admitir mulheres.

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Princesa Hillary Clinton: Princesa 2016

Uma das mulheres mais influentes dos EUA, atualmente assume o cargo de Secretária de Estado de Barack Obama, e uma forte candidata a presidência dos EUA em 2016.

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Princesa Rosa Parks: Princesa da Igualdade

Um pequeno gesto, mas simbolicamente poderoso a fez entrar para a história. Em 1 de dezembro de 1955 em Montgomery, estado do Alabama (EUA), a costureira com 42 anos Rosa Parks, recusa-se a ceder seu lugar no ônibus para um homem branco que exigia o lugar dela para sentar-se. Ela foi presa e multada por recusar-se a levantar, mas foi o pontapé inicial para que um boicote em massa contra as companhias de ônibus locais fosse organizado pelo reverendo Martin Luther King, foi o início de uma reviravolta na história dos EUA e no mundo.

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Princesa Susan B. Anthony: Princesa do Sufrágio

Sufrágio é o direito ou a execução do direito de votar, e Susan foi uma das únicas que lutou pelos direitos das mulheres, isso em meados de 1800, e deixou um legado para as mulheres das futuras gerações.

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Princesa Anne Frank: Princesa do Holocausto

Uma adolescente judia que foi morta aos 15 de anos de idade em um campo de concentração, ela tornou-se conhecida mundialmente com a publicação de seu diário póstumo onde relatou as experiências que viveu com a família escondendo-se dos nazistas nos países baixos.

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Princesa Harriet Tubman: Princesa da Abolição

Também conhecida por Black Moses, foi uma afro-americana natural dos EUA, abolicionista, humanitária e espiã da União durante a Guerra Civil dos Estados Unidos da América, ela lutou pela liberdade, contra a escravidão e o racismo. Após escapar do cativeiro, fez treze missões para resgatar setenta escravos utilizando a rede de ativistas abolicionistas e os abrigos conhecidos como “Underground railroad”.

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Princesa Jane Goodall: Princesa da Selva

Britânica nascida em 1934, ela é uma primatóloga, etóloga e antropóloga. Dedicou-se ao longo de 40 anos aos estudos sobre a vida social e familiar dos chimpanzés em Gombe, Tanzânia. Os seus estudos contribuíram muito para o avanço dos conhecimentos sobre a aprendizagem social, o raciocínio e a cultura dos chimpanzés selvagens.

É a mensageira da paz das Nações Unidas, fundou o Jane Goodall Institute e é afiliada ao grupo defensor dos animais Human Society of the United States.

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Princesa Marie Curie: Princesa Nobel

Foi a primeira pessoa a ser premiada duas vezes  com um Prêmio Nobel, de Física. Em 1903, (dividido com seu marido, Pierre Curie, e Becquerel) pelas suas descobertas no campo da radioatividade e com o Nobel de Química,  em 1911 pela descoberta dos elementos químicos rádio epolônio2. Marie foi cientista polonesa, e exerceu a sua atividade profissional na França.

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Princesa Gloria Steinem: Princesa Pioneira

Jornalista americana, nascida em 1934, ela tornou-se conhecida pelo seu engajamento com o feminismo e pela sua atuação como escritora e palestrante, principalmente durante os anos 60.

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Princesa Malala Yousafzai: Princesa Desafiadora

Malala foi baleada na cabeça em uma tentativa de assassinato por talibãs armados quando retornava para casa em um ônibus escolar, em 2012.

Eles tentaram elimina-la por ser uma ativista em prol dos direitos da educação e das mulheres, o que felizmente não aconteceu – ela sobreviveu e reside atualmente na Europa. Ela ganhou o Prêmio Sakharov e o dedicou aos heróis sem nome do Paquistão, com o seguinte dizer  ao receber o prêmio: “Algumas crianças não querem X-Box, iPhone e nem chocolate, querem um livro e uma caneta para irem ao colégio”.

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David disse que a declaração que gostaria de transmitir era que não faz o menor sentido colocar essas mulheres da vida real em um modelo limitado, e a pergunta é: por que estamos fazendo isso com nossas heroínas fictícias?

” A ficção é a lente através da qual as crianças em primeiro lugar percebem modelos, por isso temos a responsabilidade de proporcionar-lhes uma seleção diversificada e eclética de arquétipos femininos. Agora, eu não estou dizendo que as meninas não devem ter princesas em suas vidas, o arquétipo em si não é intrinsecamente errado, mas deve haver mais opções para escolher”, disse o artista ao site Women You Should Know.

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Com apenas 14 segundos, o primeiro teaser-trailer de ‘Descendentes 2‘ apresenta a filha de Úrsula, a clássica vilã da história de ‘A Pequena Sereia‘.

Confira:

As filmagens da continuação ainda estão acontecendo, e a estreia será para 2017.

Josann McGibbon e Sara Parriott, roteiristas da série ‘Desperate Housewives‘ e do primeiro filme, retornam.

O diretor Kenny Ortega (‘High School Musical’) também está confirmado.

O primeiro filme se passa em um reino idílico dos dias atuais, e mostra o filho adolescente do Rei e da Rainha (a Fera e Bela) está pronto para tomar o trono. Sua primeira proclamação é: oferecer uma chance de redenção ao grupo de vilões Cruella De VilMalévola, Rainha Má e Jafar, que estiveram presos em uma ilha proibida com todos os outros vilões, parceiros, madrastas malvadas e meia-irmãs chatas.

Os descendentes desses vilões (Carlos, Mal, Evvie e Jay) estão livres no reino para frequentarem a escola preparatória junto com os descendentes de outros ícones Disney como a Fada Madrinha, A Bela Adormecida, Rapunzel e Mulan. Entretanto, os malvados adolescentes enfrentam um dilema. Será que eles devem seguir os passos malvados dos pais e ajudar todos os vilões a recuperarem os poderes, ou seguir seus lados bom e salvar o reino?

 

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