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TicPods Free é um novo fone de ouvido sem fio, que traz auriculares independentes, comandos por gestos e pode concorrer com os AirPods, da Apple. O aparelho acompanha um estojo carregador similar ao do concorrente e é compatível com Android ou iPhone (iOS). Além disso, ele conta com resistência à água, recurso que só deve chegar na próxima geração dos fones da maçã.

Em destaque no site de financiamento coletivo Indiegogo, o aparelho já superou em quase 1.000 % a meta de arrecadação na plataforma e custa uma fração dos R$ 1.399 cobrados pelo rival mais famoso. Ele tem preço entre US$ 94 e US$ 114 (R$ 318 e R$ 385, sem impostos) já com frete incluso para o Brasil e previsão de entrega para julho de 2018.

A lateral do TicPods Free tem função touch. Por lá, o usuário interage ao trocar de música, atender ligações e acionar o assistente do celular conectado via Bluetooth. A fabricante ainda oferece cancelamento de ruído ambiente e isolamento acústico – característica que chama a atenção em um modelo com auriculares independentes. Vale lembrar que essas funções ainda não estão presentes nos AirPods.

Fone de ouvido sem fio TicPods Free é o novo rival de baixo custo dos Apple AirPods (Foto: Reprodução/Indiegogo)
Fone de ouvido sem fio TicPods Free é o novo rival de baixo custo dos Apple AirPods (Foto: Reprodução/Indiegogo)

Além disso, assim como os AirPods, o produto conta com um sensor que identifica quando o usuário tira os fones do ouvido e pausa a reprodução automaticamente. O design é bastante parecido com o do modelo da Apple, mas conta com três opções de cor: branco, azul ou laranja.

TicPods Free vem com estojo carregador e em três cores diferentes (Foto: Reprodução/Indiegogo)
TicPods Free vem com estojo carregador e em três cores diferentes (Foto: Reprodução/Indiegogo)

Sua desvantagem em comparação com o dispositivo da Apple fica por conta da bateria, que dura seis horas a menos, em um total de 18 horas com ajuda do estojo. Em contrapartida, a fabricante promete recarga rápida capaz de oferecer 85 minutos de reprodução de músicas com apenas 15 minutos dentro do case.

Fonte: Techtudo

O Instagram liberou duas novas funções para todos os usuários nesta terça-feira (10): o modo Foco e um adesivo que facilita a marcação de amigos em fotos e vídeos no Stories. A figurinha “@mencionar” exibe sugestões de nomes, além de ser mais visível e personalizável. Dessa forma, basta digitar as iniciais da pessoa e tocar sobre o perfil desejado.

Confira, no tutorial a seguir, como usar o novo adesivo de menção do Instagram Stories. O procedimento foi feito em um iPhone (iOS), mas as dicas também valem para usuários de Android. É necessário estar com o app da rede social atualizado na versão 39.0 — veja como atualizar os seus aplicativos.

Antes, para marcar alguém, era necessário usar a ferramenta de texto e inserir o usuário do amigo. Vale lembrar, porém, que o antigo recurso continua disponível.

Passo 1. Abra o Instagram e toque sobre o ícone da câmera, no canto superior esquerdo da tela. Em seguida, faça uma foto ou grave um vídeo para o Stories;

Faça um foto ou vídeo no Instagram Stories (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Faça um foto ou vídeo no Instagram Stories (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 2. Agora, toque sobre o ícone de adesivos e escolha o novo “@menção”;

Adicionando novo adesivo de menção (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Adicionando novo adesivo de menção (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 3. Comece a digitar o nome de usuário do seu amigo para ver as sugestões, logo acima do teclado. Basta tocar sobre o perfil desejado para citá-lo;

Marcando um amigo no Stories (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Marcando um amigo no Stories (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 4. A menção funciona como qualquer outra figurinha: você pode movê-la livremente sobre a tela, aumentar ou diminuir. É possível, ainda, alterar a cor de fundo da etiqueta e letras ao tocar sobre o sticker;

Personalizando etiqueta de marcação (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Personalizando etiqueta de marcação (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 5. Caso queira, é possível adicionar novos adesivos. Após fazer os ajustes desejados, toque em “Enviar para” e compartilhe a foto ou vídeo na sua história ou envie para um amigo específico.

Publique a foto na sua história ou envie a um amigo (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Publique a foto na sua história ou envie a um amigo (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Fonte: Techtudo

O Instagram lançou nesta quarta-feira (21) uma função que permite inserir links para hashtags e contas de outros usuários na bio, que é a descrição do perfil. A novidade funciona da mesma forma que os recursos usados em comentários ou legendas de fotos da rede social: basta incluir os símbolos # ou @, seguidos respectivamente pelo tópico da hashtag ou nome de usuário da conta a ser mencionada. “É uma nova forma de se expressar e manifestar suas preferências”, explica o Instagram no seu blog oficial.

As hashtags são uma forma de garantir que um conteúdo seja encontrado na rede social. Logo, a nova função, deve dar mais visibilidade aos perfis de usuários que queiram aumentar o número de seguidores. Recentemente, o Instagram passou a permitir que as pessoas sigam hashatgs para ver mais posts de fotos e vídeos de seu interesse.

Agora é possível linkar outros perfis e hashtags na biografia do Instagram (Foto: Divulgação/Instagram)
Agora é possível linkar outros perfis e hashtags na biografia do Instagram (Foto: Divulgação/Instagram)

Para utilizar a novidade, o usuário deve acessar a opção “Editar perfil” e digitar a hashtag ou nome da conta desejada na seção “Biografia”. Uma lista de tags ou de perfis sugeridos será exibida e, ao tocar sobre um deles, o conteúdo será linkado automaticamente. Vale ressaltar que o proprietário do perfil mencionado em sua bio receberá uma notificação do aplicativo sobre a menção. A conta citada tem o poder de remover a marcação, caso assim queira. Se isso acontecer, o texto será mantido na bio, mas sem o link para acesso ao perfil.

Ao linkar um perfil do Instagram, o usuário recebe uma notificação (Foto: Reprodução/Taysa Coelho)
Ao linkar um perfil do Instagram, o usuário recebe uma notificação (Foto: Reprodução/Taysa Coelho)
O post no blog oficial lembra ainda que, no último mês de dezembro, o Instagram passou a permitir seguir hashtags, a fim de manter as pessoas sempre atualizadas de seus assuntos preferidos. Ao incluir na biografia uma tag qualquer, como por exemplo #tutorialdemaquiagem, seu perfil aparecerá vinculado a esse tópico. Assim, a conta terá mais chances de ser vista por outro usuários interessados no tema. A novidade já está disponível na rede social de foto.
Fonte: Techtudo

O Google registra termos pesquisados por usuários do serviço de buscas no PC e em celulares com Android e iPhone (iOS). Essa característica, que visa facilitar a procura por um conteúdo já visto antes, pode ser incômoda para usuários que desejam manter a privacidade de suas pesquisas.

No entanto, há como evitar que o registro apareça a cada nova busca. Para isso, basta deletá-lo por meio de um procedimento simples no celular. A ação exclui a pesquisa do histórico de qualquer dispositivo conectado à conta do Google em questão. A seguir, veja como deletar suas pesquisas recentes no Google pelo smartphone.

Tutorial mostra como usar um celular para deletar termos pesquisados no Google (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)
Tutorial mostra como usar um celular para deletar termos pesquisados no Google (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)

Passo 1. Abra o navegador web do celular e acesse a página do Google, como mostra o procedimento abaixo.

Ação para acessar a página do Google pelo celular (Foto: Reprodução/Marvin Costa)

Ação para acessar a página do Google pelo celular (Foto: Reprodução/Marvin Costa)

Passo 2. Certifique-se que sua conta do Google está logada. Seu avatar deve aparecer no canto superior direito da tela. Toque na barra de pesquisa para ver os termos usados em buscas recentes. Caso queira deletar um deles, toque no ícone “X” na parte esquerda de cada termo.

Ação para verificar o histórico recente de pesquisas do Google no celular (Foto: Reprodução/Marvin Costa)

Ação para verificar o histórico recente de pesquisas do Google no celular (Foto: Reprodução/Marvin Costa)

Passo 3. Para finalizar o procedimento, toque na opção “Excluir”.

Ação para deletar pelo celular um termo pesquisado no Google (Foto: Reprodução/Marvin Costa)

Ação para deletar pelo celular um termo pesquisado no Google (Foto: Reprodução/Marvin Costa)

A ação garante que o termo será excluído permanemente dos registro de sua conta do Google em todos os dispositivos conectados.

Fonte: Globo

Tempo passa de sete minutos para 68 minutos. Recurso já estava em fase de testes no Android.

Usuários do WhatsApp para iPhone (iOS) ganharam mais tempo para apagar mensagens no app. A versão 2.18.31 do mensageiro, disponível na App Store, amplia o limite do recurso “Apagar para todos” – que antes era de sete minutos – para 1 hora, 8 minutos e 16 segundos. A informação foi descoberta pelo portal WABetaInfo.

O WhatsApp já estava testando o aumento do prazo para deletar mensagens no aplicativo Beta para Android. Ainda não há informações sobre quando a versão final do mensageiro receberá o update no sistema do Google.

A nova versão do WhatsApp para iOS não traz outros recursos e é destinada majoritariamente à correção de erros. Para usar o novo limite de tempo ao apagar mensagens, é preciso atualizar o app no celular.

Como apagar uma mensagem para todos no WhatsApp para iPhone

Para deletar uma mensagem para todos no WhatsApp, pressione o balão com o conteúdo que deseja excluir e, em seguida, toque em “Apagar”. Selecione a mensagem e toque no ícone de lixeira. Por fim, toque em “Apagar para todos”.

Como apagar uma mensagem para todos no iPhone (Foto: Reprodução/Thássius Veloso)

Como apagar uma mensagem para todos no iPhone (Foto: Reprodução/Thássius Veloso)

 Se você estiver dentro do limite de 68 minutos, a mensagem será subsitituída pelo aviso “Você apagou esta mensagem”, enquanto seu contato verá o texto “Esta mensagem foi apagada”.
Fonte: Techtudo

O site DXOMark, especializado em análise de câmeras, deu a nota máxima para o Galaxy S9 Plus. Em uma análise divulgada na última semana, o celular premium da Samsung recebeu a média 99, pontuação nunca alcançada por um smartphone até então. Com isso, o telefone passa a liderar o ranking, superando o Google Pixel 2 e o iPhone X.

O celular lançado durante a MWC 2018 traz como diferencial um novo tipo de lente com abertura variável. Entre os destaques, de acordo com o teste do DXOMark, estão a rapidez do autofoco, a baixa incidência de ruídos em qualquer condição de luz e o nível de detalhes alcançados em fotos ao ar livre.

Um dos pontos destacados pela Samsung no lançamento do Galaxy S9 e S9 Plus foi justamente a qualidade nas fotos. A versão mais robusta do smartphone premium vem com uma câmera dupla na traseira com sensores de 12 megapixels. O conjunto traz uma lente teleobjetiva com abertura f/2.4 e outra grande angular, para captura de mais elementos durante o enquadramento. Para selfies, o celular conta com 8 MP e abertura f/1.7.

A grande novidade fica por conta da abertura variável na lente wide da câmera principal. Em poucas condições a câmera ativa a abertura f/1.5 para conseguir captar mais luz. Quando a luz ambiente está em maior evidência, o smartphone usa a abertura f/2.4, para a captura de mais detalhes. Não se sabia como esse sistema ia funcionar na prática ou se traduziria em uma qualidade melhor em condições reais. O teste da DXOMark pode comprovar o acerto da Samsung em apostar na tecnologia.

Teste mostra diferenças de efeito bokeh entre rivais do Galaxy S9 Plus (Foto: Divulgação/DXOMark)
Teste mostra diferenças de efeito bokeh entre rivais do Galaxy S9 Plus (Foto: Divulgação/DXOMark)

A análise leva em consideração mais de 1.500 imagens e 2 horas de vídeos em condições controladas em laboratórios, assim como imagens capturadas ao ar livre e em locais fechados. São comparados vários elementos, como a fidelidade de cor, o contraste e a eficiência do flash. É feita uma média envolvendo as pontuações de cada quesito.

Nas fotografias, o Galaxy S9 Plus obteve 104 pontos, a maior pontuação já dada para um celular. Um dos destaques ficou por conta do efeito Bokeh. No teste, o recurso que desfoca o segundo plano da imagem alcançou níveis maiores de detalhes do que o iPhone X. Os engenheiros do DXOMark também indicaram como ponto forte o contraste e o pós-processamento, que alcançou baixos níveis de ruído, mesmo em condições adversas de luz.

Fotos tiradas com zoom no Galaxy S9 Plus e rivais (Foto: Divulgação/DXOMark)
Fotos tiradas com zoom no Galaxy S9 Plus e rivais (Foto: Divulgação/DXOMark)

Já para os vídeos, o novo celular da Samsung recebeu 91 pontos. Apesar de não ser a maior nota (o Pixel 2 obteve 99), o DXOMark considera o Galaxy S9 Plus entre melhores smartphones para gravações. Como destaques estão a estabilização e o autofoco.

Ficha técnica do Samsung Galaxy S9 Plus

  • Tamanho da tela: 6,2 polegadas
  • Resolução da tela: QuadHD+ (2960 × 1440 pixels)
  • Painel da tela: Super AMOLED
  • Câmera principal (dual): grande angular de 12 MP e abertura variável (f/1.5-2.4); teleobjetiva de 12 MP e f/2.4
  • Câmera frontal (selfie): 8 MP e f/1.7
  • Sistema: Android 8 Oreo
  • Processador: Qualcomm Snapdragon 845 (8 núcleos)
  • Memória RAM: 6 GB
  • Armazenamento (memória interna): 64 GB, 128 GB ou 256 GB
  • Cartão microSD: compatível
  • Capacidade da bateria: 3.500 mAh
  • Dual SIM: sim (comercialmente chamado de Samsung Duos)
  • Telefonia: LTE de até 1,2 Gb/s
  • Peso: 189 gramas
  • Cores: preto, azul, cinza (lembra prata) e rosa (oficialmente chamado de “ultravioleta”)
  • Data de lançamento mundial: 25 de fevereiro de 2018
  • Início das vendas nos EUA: 16 de março de 2018
  • Preço nos EUA: US$ 839,99
  • Início das vendas no Brasil: indefinido
  • Preço no Brasil: indefinido

Fonte: Techtudo

Drones são tão populares atualmente que é fácil encontrar opções a partir de R$ 90. No entanto, além de dispositivos tradicionais, há uma série de quadricópteros com design e funções curiosas ao redor do mundo.

Modelos que carregam pessoas, lançam sinal de Internet, desfilam para grifes famosas e até feitos de animais mortos podem ser encontrados. A seguir, o TechTudo reuniu sete drones não usuais desenvolvidos atualmente.

Drone tripulado

O Ehang 184 foi exibido pela primeira vez na CES 2016, e voltou a chamar atenção agora em 2018. Isso porque o primeiro drone do mundo capaz de transportar pessoas mostrou que consegue desempenhar bem sua função. Em meses de testes, o drone realizou mais de 1 mil voos bem-sucedidos carregando passageiros.

A proposta da fabricante é que o 184 funcione como táxi, sendo uma alternativa de transporte para cidades com muito congestionamento. No seu interior há espaço para uma pessoa, que apenas informa o destino do passeio. Os comandos são realizados pela aeronave, que decola, traça a rota, desvia de obstáculos e aterrissa de forma independente. Se algum problema ocorre, um piloto profissional assume o controle.

Nos testes, o drone foi submetido a situações adversas e operou acima dos limites de sua ficha técnica, segundo a Ehang. Suas especificações, no entanto, estabelecem que o veículo pode carregar até 100 kg e voar até 16 km (ou cerca de 23 minutos), atingindo velocidades de 100 km/h. A companhia ainda não tem previsão de lançamento no mercado nem divulgou preço.

Drone do Facebook

O Facebook tem um drone chamado Aquila, criado para sobrevoar áreas de difícil acesso e fornecer Internet wireless. Com 60% da população mundial sem acesso à rede, a empresa busca atingir centenas de milhões de pessoas – que poderão se tornar usuários e clientes do Facebook no futuro. Desenvolvido pela divisão Conectivy Lab, o drone emite sinal de Internet usando comunicação a laser e sistema de ondas milimétricas. Ele é movido à energia solar e, de uma asa a outra, mede aproximadamente 42 metros, equivalente a um avião comercial.

Nos primeiros testes de voo, divulgados em 2016, o Aquila conseguiu ficar 96 minutos no ar. A expectativa do Facebook é que, em sua fase final, o drone consiga sobrevoar regiões com mais de 96 km de diâmetro e gere conectividade a uma altitude de cerca de 18 mil metros.

Aquila, drone do Facebook, vai fornecer Internet a regiões remotas do mundo  (Foto: Divulgação/Facebook)
Aquila, drone do Facebook, vai fornecer Internet a regiões remotas do mundo (Foto: Divulgação/Facebook)

Na passarela

O desfile Outono/Inverno da Dolce & Gabbana contou com uma pitada extra de tecnologia. Em vez de modelos, a grife italiana usou drones para carregar as bolsas da coleção 2018/19 na passarela. Cerca de sete quadricópteros foram a estrela do desfile, que ocorreu no último dia 25.

Segundo a imprensa de moda especializada, os organizadores pediram ao público que desligassem o Wi-Fi de seus celulares, assim como quaisquer hotspots. A empresa não deu detalhes sobre quais modelos de drones foram usados, mas, pelas imagens, é possível ver customização nos drones, que ganharam um acessório em forma de diamante no topo.

 Dolce & Gabbanacolocou drones para mostrar suas bolsas em desfile de moda (Foto: Reprodução/Dolce & Gabbana/YouTube)
Dolce & Gabbanacolocou drones para mostrar suas bolsas em desfile de moda (Foto: Reprodução/Dolce & Gabbana/YouTube)

De bolso

Quando foi apresentado na CES 2017, o Wingsland S6 era o drone mais fino do mundo, com apenas 3,2 cm de espessura. Apesar do tamanho, o drone de bolso é equipado com uma câmera potente, que registra em 4K e faz transmissões em tempo real para o celular com qualidade HD, por meio do app Wingsland Fly, disponível para Android e iPhone (iOS).

O mais curioso, no entanto, são os seus acessórios. O usuário pode acoplar objetos, como um holofote, um display e até uma pistola de brinquedo para brincar de tiro ao alvo. Suas funções inteligentes ainda incluem giro no ar, rotação 360º simultânea à captura de fotos e também pode seguir o smartphone que o controla, entre outras. O drone consegue se distanciar até 100 metros, atingindo velocidades de 8 m/s.

Wingsland S6, drone que cabe no bolso  (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Wingsland S6, drone que cabe no bolso (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

O pequeno drone fez sucesso e continua à venda. A unidade custa US$ 399 (aproximadamente R$ 1.300 na cotação atual, sem impostos) e é encontrada em vários sites que entregam no Brasil, variando o valor do frete.

Menor do mundo

Se um drone que cabe no bolso já é curioso, imagine um que caiba na ponta dos dedos. Este é o Aerius, considerado o menor drone do mundo. Ele tem impressionantes 3 x 3 x 2 cm de dimensões e traz um controle com compartimento para guardar o mini quadricóptero. Com 15 minutos de carga, a bateria de 80 mAh consegue fazer o aparelhinho voar por até sete minutos. O modelo traz sistema de estabilização de seis eixos, permitindo ao drone girar em 360º sem tremer.

A fabricante Aerix Drones, que antes se chamava Axis, é a mesma que lançou o menor drone com câmera do mundo. O atual Aerius custa US$ 30 (cerca de R$ 97) e está disponível nas cores laranja, verde, azul e preto.

Menor do mundo, Aerius é pouco maior que a ponta dos dedos  (Foto: Divulgação/Aerix Drones)
Menor do mundo, Aerius é pouco maior que a ponta dos dedos (Foto: Divulgação/Aerix Drones)

Gato morto

Mais que curioso, o drone criado pelo artista holandês Bart Jansen tem um quê de mórbido. Em 2012, ele pegou seu gato morto, empalhou o bichano e o transformou em um drone. O alvoroço foi tanto que, com auxílio do engenheiro técnico Arjen Beltman, ele acabou criando a Copter Company, empresa especializada em produzir drones a partir de animais taxidermizados.

A proposta é que todo mundo que tenha perdido um bichinho de estimação possa eternizar seu companheiro e fazê-lo voar. Como cada animal tem peso, forma e características diferentes, as especificações e preços variam de acordo com o “modelo”. No vídeo de divulgação, é possível ver drone de emas, ratos, peixes e, é claro, o gato Orville.

Empresa holandesa faz drones a partir de animais mortos  (Foto: Divulgação/Copter Company)
Empresa holandesa faz drones a partir de animais mortos (Foto: Divulgação/Copter Company)

Relógio

Nixie é um drone que pode ser usado no pulso e funciona como relógio. Equipado com uma câmera, o aparelho foi projetado para capturar imagens de pessoas em movimento, como pedalando ou escalando montanhas. O objeto voador consegue se soltar do braço, tirar a foto ou vídeo e depois voltar ao pulso, retomando o formato de bracelete.

Ele foi criado como parte do desafio Make It Wearable, promovido pela Intel, do qual foi finalista. O protótipo, desenvolvido pelo pesquisador de Stanford Christoph Kohstall, ainda não virou um produto comercial.

Nixie, drone wearable em forma de relógio  (Foto: Reprodução/Intel/YouTube)
Nixie, drone wearable em forma de relógio (Foto: Reprodução/Intel/YouTube)
Fonte: Techtudo

Celular relançado tem internet 4G e traz de volta o visual que ficou conhecido no filme Matrix

O Nokia 8110, celular clássico do tipo “tijolão”, ressurgiu na MWC 2018. O telefone traz um design nostálgico, com uma parte frontal deslizante que serve para atender chamadas e revelar o teclado físico embutido. O dispositivo é compatível com redes 4G, vem com o jogo da cobrinha e se caracteriza por trazer algumas funções inteligentes, como apps e um sistema operacional. Apesar disso, está longe de ser comparado a um smartphone moderno.

A novidade é similar ao relançamento do Nokia 3310, outro telefone que fez sucesso na década de 1990 e foi anunciado em nova versão em 2017. O novo Nokia 8110 chega à Europa a partir de maio nas cores preta e amarela com o preço de 79 euros (aproximadamente R$ 315 na cotação atual, sem impostos). Não há previsão de lançamento no Brasil. Nas linhas abaixo, saiba tudo sobre a novidade da marca.

Nokia traz de volta celulares que já são sucesso; conheça o Nokia 8110

Design e tela

O design é o destaque do Nokia 8110, com linhas inspiradas no clássico telefone que ficou famoso no filme Matrix, de 1999. O corpo do celular é curvado como na versão lançada há quase 20 anos, mas a porta deslizante não é mais automática: o usuário deve arrastar a tampa do teclado manualmente. Ao deslocar a porta frontal para baixo, tem-se acesso a um tradicional teclado físico de um telefone antigo.

A tela é maior do que no modelo original, dessa vez com 2,4 polegadas e resolução QVGA, mas não é sensível ao toque. Para caminhar pela interface, o usuário deve usar um botão de navegação físico. Outra novidade é a opção na cor amarela, que vem sendo chamada pela HMD Global, dona da Nokia, de “celular banana”.

Câmera

O Nokia 8110 conta com uma câmera traseira de apenas 2 MP de resolução. Portanto, não deverá ser recomendado para quem deseja boas fotos em qualquer cenário. O celular não conta com câmera frontal para selfies.

Apps e sistema

O telefone roda o Smart Feature OS, um sistema simples que não pretende ser um rival de opções sofisticadas como Android e iOS. Ao contrário de outros modelos recentes da Nokia, o novo 8110 não tem Google Play disponível, mas ganhará uma loja para baixar aplicativos no futuro. Facebook, Twitter, Google Maps e Google Assistente são alguns dos apps prometidos para breve.

Nokia 8110 é relançado com visual clássico e acesso a apps (Foto: Divulgação/HMD Global)

Nokia 8110 é relançado com visual clássico e acesso a apps (Foto: Divulgação/HMD Global)

Desempenho

O celular conta com o processador Snapdragon 205, o mais simples da Qualcomm, além de memória RAM de 512 MB e armazenamento interno de 4 GB. O conjunto tende a ser suficiente para rodar o sistema leve do Nokia 8110 sem travamentos. O telefone ainda conta com suporte à conectividade 4G, incluindo chamadas via rede de dados (VoLTE). As especificações garantem uma grande longevidade à bateria, que pode chegar a até 25 dias de duração em stand by.

Apesar da ficha técnica simples, o Nokia 8110 supera o 3310, que oferece memória de apenas 16 MB e internet 2G. O novo aparelho visa ser uma opção mais adequada para quem deseja um celular modesto com bateria duradoura, porém com alguma promessa de bom desempenho e acesso a apps conhecidos.

Fonte: Globo

Celular chinês tem tela com bordas mínimas e visor frontal como no modelo mais caro da Apple.

A fabricante chinesa Oukitel anunciou um celular que vem chamando a atenção na web por ter visual muito similar ao do iPhone X, porém com preço bem inferior. O U18 tem tela de 5,85 polegadas com proporção 21:9, que ocupa uma parcela considerável da parte frontal, assim como no modelo mais caro da Apple. Além disso, o lançamento conta com um visor na parte superior que corta uma fatia da visualização quando o usuário abre um app em tela cheia, embora não seja equipado com reconhecimento facial (Face ID).

O telefone chinês roda Android 7 com modificações para acomodar o recorte na tela e será vendido pelo preço de US$ 159 (aproximadamente R$ 520, pelo câmbio do dia e sem considerar os impostos). O valor equivale a apenas 15% do preço cobrado pelo iPhone X nos Estados Unidos. O smartphone não tem previsão de chegar ao Brasil, mas pode se tornar opção de importação.

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Um dos destaques do U18 é a bateria de 4.000 mAh, que oferece mais carga do que a maioria dos smartphones do mercado. Com componentes econômicos, como um display de resolução  HD , ao tempo de uso do telefone tende a ser duradouro. A Oukitel é conhecida por empregar baterias grandes em seus celulares. Em maio de 2017, a fabricante chegou a lançar o K10000 Pro, um modelo com a bateria poderosa de 10.000 mAh.

Celular tem câmera dupla, sensor de digitais e bateria de 4.000 mAh (Foto: Divulgação/Oukitel)
Celular tem câmera dupla, sensor de digitais e bateria de 4.000 mAh (Foto: Divulgação/Oukitel)

O clone do iPhone X inclui especificações compatíveis com um modelo intermediário premium, categoria próxima dos topos de linha. O smartphone possui 4 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento, além de processador MediaTek MT6750T. O conjunto é suficiente para baixar e rodar qualquer app da Google Play. A ficha técnica do celular conta ainda com sensor de digitais, entrada USB-C e câmera dupla na traseira com sensores de 16 MP e 5 MP. A câmera frontal é de 13 MP.

Fonte: Globo

Rede social criou tendências na Internet brasileira da primeira década do século XXI, mas foi descontinuada em 2014.

Orkut faria 14 anos nesta quarta-feira (24). A rede social que fez sucesso no Brasil foi lançada em 2004 pelo engenheiro de software do Google Orkut Büyükkökten e descontinuada dez anos depois em setembro de 2014.

O site, que chegou a ter 50% de seus usuários no Brasil, era famoso pelas comunidades, depoimentos secretos e possibilidade de descobrir quem visualizou seu perfil, além de vários recursos de personalização — que até hoje deixam saudade em quem mantinha uma conta na plataforma. O TechTudo reuniu abaixo algumas dessas funções para você relembrar coisas que todo mundo fazia no Orkut.

Orkut: relembre coisas que todo mundo fazia na rede social (Foto: Pond5)
Orkut: relembre coisas que todo mundo fazia na rede social (Foto: Pond5)

1. Ver quem visitou o perfil

 

Uma das funções mais amadas e, ao mesmo tempo, odiadas do Orkut era a possibilidade de saber quem visitou o seu perfil. A ferramenta vinha habilitada por padrão e, todos os dias, a lista de visitantes recentes era atualizada na página inicial dos usuários. Além de suprir a ansiedade dos curiosos, a função ajudava a descobrir se alguém visualizava sua página na rede social com mais frequência do que o normal e ajudava a mandar aquela indireta para o “crush”. A característica, extinta nas redes sociais modernas, deixou tanta saudade que diversos serviços prometem trazê-la para sites como Facebook e até mesmo o Instagram.

Orkut mostrava visitas recentes ao perfil do usuário (Foto: Reprodução/YouTube (Roberto Neto))

Orkut mostrava visitas recentes ao perfil do usuário (Foto: Reprodução/YouTube (Roberto Neto))

 

2. Personalizar a seção “quem sou eu”

 

Na seção “quem sou eu”, do Orkut, os usuários podiam escrever um pouco sobre si e mostrar melhor a personalidade para os amigos. Entretanto, a criatividade das pessoas transformou o espaço em muito mais do que isso, usando-o para ditar as “regras” do perfil ou criar rixas. Quem não se lembra das famosas frases “só add com scrap” e “leio, respondo, apago”? Também não era incomum encontrar letras de músicas, desenhos feitos com caracteres ou fotos “gigantes” do dono da conta. Havia, ainda, os misteriosos, que deixavam o recado: “quem se define, se limita”.

Usuários do Orkut personalizavam a seção

Usuários do Orkut personalizavam a seção “Quem sou eu” com fotos (Foto: Reprodução/YouTube (Paulo Vinicius Duque Pinheiro))

 

3. Deixar scraps

 

Os usuários do Orkut tinham um mural de “scraps” (ou “recados”, em português), que ao contrário das mensagens privadas eram dedicados a textos mais rápidos. Era possível tornar os scraps públicos, para que qualquer pessoa visualizasse, ou configurá-los para que somente o dono da conta tivesse acesso. Com o tempo, tornou-se comum utilizar o espaço para o envio de correntes ou GIFs piscantes, principalmente com a função de enviar para mais de um amigo ao mesmo tempo, o que fazia com que muita gente se irritasse.

Recados no Orkut foram usados para espalhar correntes (Foto: Reprodução/YouTube (José Luiz))

Recados no Orkut foram usados para espalhar correntes (Foto: Reprodução/YouTube (José Luiz))

 

4. Ler a sorte do dia

 

Quem precisava de astrologia quando se tinha o Orkut? Para quem não se lembra, a rede social trazia “previsões” e frases de motivação diárias chamadas de “sorte do dia”. Com frases como “um ato de bondade, mesmo que seja pequeno, nunca é em vão” e “Comece a ler um livro”, o recurso, na verdade, não tinha nada de muito místico e, com frequência, mostrava frases repetidas e um pouco aleatórias.

Site que simula o Orkut mostra sorte do dia, recurso famoso do site clássico (Foto:  Reprodução/Barbara Mannara)

Site que simula o Orkut mostra sorte do dia, recurso famoso do site clássico (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

 

5. Mandar depoimentos secretos

 

Você deve se lembrar dos depoimentos, uma das funções mais famosas do finado Orkut. O que talvez você tenha esquecido é que muita gente gostava de mandar depoimentos secretos que começavam com o aviso “Não aceita!”. Ao contrário das que podiam ficar públicas, essas mensagens costumavam trazer relatos mais íntimos e, geralmente, permaneciam para sempre na lista de aprovações pendentes do usuário para que ele pudesse lê-las a qualquer momento. O problema era quando uma pessoa desatenta aceitava um desses sem querer, revelando o recado para quem quisesse ver.

Os depoimentos públicos, por sua vez, também trazem lembranças divertidas, como a famosa briga pelo “topo”, em que amigos disputavam para ver quem permanecia mais tempo na posição de última pessoa a enviar um depoimento em determinado perfil.

Depoimentos faziam sucesso no Orkut (Foto: Reprodução/Orkut)

Depoimentos faziam sucesso no Orkut (Foto: Reprodução/Orkut)

 

6. Participar de comunidades clássicas

 

As mais de 50 milhões de comunidades do Orkut eram um ambiente para fazer novos amigos e encontrar pessoas com os mesmos interesses. Algumas delas eram praticamente obrigatórias. Quase todo mundo era membro de grupos como “Eu amo a minha mãe”, “Eu odeio acordar cedo” e “Eu amo chocolate”. Os usuários de ego mais inflado também aderiam a páginas como “Sou legal, não tô te dando mole” e “Deus me disse: desce e arrasa”.

Houve, ainda, a moda de criar comunidades com histórias que começavam na descrição e continuavam no fórum de discussão do grupo; ou seja, para saber como terminava era preciso se tornar um membro. Várias dessas comunidades voltaram volta na nova rede social do criador do orkut, a Hello.

Algumas comunidades no Orkut eram bastante famosas (Foto: Reprodução/Hello)

Algumas comunidades no Orkut eram bastante famosas (Foto: Reprodução/Hello)

 

7. Organizar o álbum de fotos na época em que só eram permitidas 12 imagens

 

Bem no começo do Orkut, havia um limite para a quantidade de fotos que você podia subir no álbum: eram somente 12. Assim, era preciso ser criativo para escolher bem quais imagens seriam postadas e usar o espaço com eficiência. Muita gente gostava de organizar a página, criando histórias com as imagens e as legendas, ou simplesmente postando tudo em ordem cronológica. Mais tarde, o limite de fotos foi aumentado e a rede social liberou a possibilidade de ter diversos álbuns com temas diferentes.

No começo, álbum do Orkut permitia até 12 fotos; limite foi quebrado posteriormente (Foto: Reprodução/Lívia Dâmaso)
No começo, álbum do Orkut permitia até 12 fotos; limite foi quebrado posteriormente (Foto: Reprodução/Lívia Dâmaso)

 

8. Avaliar os amigos

 

Outro recurso exclusivo do Orkut era o sistema de avaliações, no melhor estilo “Black Mirror”. Nele, você podia, de maneira anônima, ajudar a construir a “reputação” dos seus amigos ou ex-namorados, classificando-os como “sexy”, “confiável” ou “legal”. Também era possível virar fã de uma determinada pessoa, o que deixava a função um tanto quanto competitiva.

Legal, sexy ou confiável? Relembre avaliações do Orkut (Foto: Reprodução/Orkut)

Legal, sexy ou confiável? Relembre avaliações do Orkut (Foto: Reprodução/Orkut)

 

9. Criar um avatar no BuddyPoke

 

O BuddyPoke era uma extensão disponível no Orkut e que, junto com outros games, como a Colheita Feliz, fez muito sucesso na rede social. A ferramenta permitia criar um avatar parecido com você e interagir com os bonecos de seus amigos por meio de danças, cumprimentos e abraços virtuais. A brincadeira complementava o caráter afetivo forte na rede social e estimulava que os usuários demonstrassem como se sentiam em relação a seus contatos. Mais tarde, o jogo, inclusive, migrou para o Facebook.

BuddyPoke era brincadeira famosa no Orkut (Foto: Divulgação/BuddyPoke)

BuddyPoke era brincadeira famosa no Orkut (Foto: Divulgação/BuddyPoke)

 

10. Mudar a cor ou o tema do perfil no “Novo Orkut”

 

Por muito tempo, o Orkut permitia somente uma cor de layout para a página dos usuários e quem quisesse personalizar precisava recorrer a softwares externos, que só mudavam a aparência do perfil para o próprio dono da conta. Entretanto, em meados de 2009, Muita gente ficou feliz quando o botão “Experimente o novo orkut” passou a aparecer no topo da página, em meados de 2009, anunciando uma nova versão onde era permitido trocar as cores e o tema do seu perfil sem recorrer a extensões e deixando a mudança disponível para todos os usuários.

Novo Orkut permitia mudar a cor e o tema do perfil (Foto: Reprodução/YouTube (Carla Félix))

Novo Orkut permitia mudar a cor e o tema do perfil (Foto: Reprodução/YouTube (Carla Félix))
Fonte: Techtudo

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