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Após muito tempo de espera, a pista de atletismo da Universidade Federal do Piauí, que tem um orçamento de mais de 9 milhões de reais, foi inaugurada nesta sexta em Teresina. A estrutura, que será usada para o desenvolvimento de projetos pedagógicos, vai promover a pratica do atletismo e faz parte do programa olímpico do Governo Federal. O Ministro dos Esportes, Ricardo Leyser, esteve presente na inauguração e explicou que o Piauí tem vocação para o atletismo e tem vários atletas em destaque nacional, o que pode trazer competições nacionais para a UFPI.

– Essa inauguração da pista de atletismo da Universidade Federal do Piauí faz parte do programa de legado Olímpico. É um programa que visa espalhar o legado em todo o Brasil para que a gente possa melhorar a condição de treinamento dos atletas em todo o país. Nós vamos ter, no mínimo, uma pista por capital. Aqui no Piauí nós vamos ter essa da universidade federal e a da universidade estadual, que começou logo em seguida. O plano do atletismo é ter em todos os estado as condições de fazer a prática com equipamentos oficiais. Essa pista aqui é uma pista que você pode fazer qualquer competição. Se você tivesse arquibancada poderia fazer um campeonato mundial ou jogos olímpicos. A diferença entre essa pista para a dos jogos olímpicos é só o tamanho da arquibancada, a quantidade de público. A pista, ou seja, o campo de jogo é exatamente igual  as que tem em qualquer lugar no mundo em campeonatos mundiais. Então você pode obviamente ter campeonatos brasileiros ou sul-americanos. Tecnicamente você está com tudo resolvido aqui em Teresina – explicou o Ministro.

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Num total de nove mil metros quadrados, a pista conta com áreas para prática de arremessos de pesos e saltos com mais de 400 metros, além de estar dentro dos padrões da Associação Internacional das Federações de Atletismo. Idealizador do projeto, Sérgio Galan acredita que agora, com a idealização e inauguração da pista, novos atletas possam ser descobertos.

– O investimento é alto, principalmente nessa crise que enfrentamos. Mas o projeto é de extrema valia para o esporte em todo o Brasil, principalmente para o Piauí. Essa pista tem padrão internacional e não deixa nada a desejar a nenhum lugar do mundo. Então nossos atletas aqui irão treinar no equipamento que eles irão competir quando saírem do Brasil. Essa pista vai proporcionar a realização de eventos nacionais e internacionais aqui no Piauí. Vai projetar nosso estado também para o mundo através do esporte – completou Sérgio.

A pista vai integrar a Rede Nacional de Treinamentos de Atletismo e o projeto Bolsa Atleta. Apesar de estar no espaço físico da UFPI, será disponibilizada para toda a comunidade através de projetos sociais.

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O cantor americano Justin Timberlake lançou nesta quinta-feira (5) o single “Can’t stop the feeling!”. A faixa está na trila sonora de “Trolls”, a nova animação da DreamWorks, que tem previsão de estrear em novembro no Brasil.

https://www.youtube.com/watch?v=p5RobDomh5U&feature=youtu.be

O clipe de “Can’t stop the feeling!” tem participação de artistas que dublam personagens do longa, caso do próprio Justin. Além dele, aparecem Gwen Stefani, Anna Kendrick, James Corden, Ron Funches, Kunal Nayyar (o Raj da série “The Big Bang Theory”) e as integrantes da dupla sueca Icona Pop.

O site oficial de Justin Timberlake informa ainda que há participações especiais de amigos e familiares do artista.

A produção de “Can’t stop the feeling!” é assinada por Justin, Max Martin e Shellback.

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Anne Hathaway vai estrelar e produzir o filme Grounded, versão para os cinemas da peça de mesmo nome encenada em dezenas de cidades da Europa e dos Estados Unidos. A informação é do site Variety.

A atriz, vencedora do Oscar por Os Miseráveis, se entusiasmou com a peça escrita George Brant quando a atração estava sendo apresentada em Nova York em 2015 e logo adquiriu os direitos para desenvolver a adaptação para os cinemas.

Na trama de Grounded, uma piloto da Força Aérea dos Estados Unidos encerra sua carreira de voos após uma gravidez não planejada. Após dar a luz, a militar volta ao serviço pilotando drones em um trailer no deserto de Las Vegas. Os aviões não tripulados que ela comanda no Oriente Médio fazer parte de missões antiterroristas.

“Sob a pressão de encontrar alvos importantes, as fronteiras entre o deserto onde ela vive e aquele que ela patrulha do outro lado do mundo começam a borrar”, diz a sinopse da peça.

O filme ainda não tem previsão de estreia. Não foi definido quem será o diretor ou diretora do projeto.

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O affair entre os atores rolou em janeiro, quando o galã esteve no Brasil

Depois de boatos de que estaria conhecendo melhor Kit Harington, o Jon Snow da série ‘Game of Thrones’, Grazi Massafera assumiu ter se relacionado com o ator em janeiro, quando ele esteve no Brasil. Em entrevista ao stylist e apresentador Matheus Mazzafera, a atriz participou da brincadeira do “Eu Nunca”, em que você bebe quando já fez algo e entregou que já ficou com o galã da série.

A atriz o conheceu no aniversário de Selton Mello e os dois teriam saído da festa juntos. Enquanto esteve no Brasil, Kit aproveitou as praias da Zona Sul do Rio e também foi visto na mesma época em que conheceu Grazi, paquerando uma morena no hotel em que estava hospedado.

 

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O filme “Capitão América 3: Guerra Civil” ainda nem estreou nos Estados Unidos e já está dominando o mercado internacional. Graças ao seu lançamento em países como a Rússia e a Argentina, o longa-metragem tem vendido cada vez mais ingressos e já alcançou um total de US$ 261,6 milhões de arrecadação pelo mundo.

Caso atinja à marca de US$ 200 milhões em seu primeiro final de semana de exibição em terrinhas norte-americanas, como muita gente desconfia, a produção corre o risco de se tornar a quinta maior abertura de todos os tempos no país. Acredita?

Por enquanto, os líderes desta listinha são “Star Wars VII: O Despertar da Força” (US$ 248 milhões), “Jurassic World” (US$ 208,8 milhões), “Os Vingadores” (US$ 207,4 milhões) e “Os Vingadores 2: A Era de Ultron” (US$ 191,3 milhões). Lembrando que “Capitão América 3: Guerra Civil“, um dos filmes mais aguardados de 2016, chegou às salas de cinema brasileiras no último dia 28 de abril. Se você ainda não assistiu ao filme, não sabe o que está perdendo!

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O cantor Luiz Melodia é a próxima atração do projeto “Seis e Meia”. O show será no dia 10 de maio, no Theatro 4 de Setembro, e a abertura local fica por conta do piauiense Gomes Brasil. Os ingressos para o show podem ser adquiridos a partir desta quinta-feira (05), por R$ 25,00 (meia) e R$ 50,00 (inteira), na bilheteria do Theatro 4 de Setembro e Toccata.

Luiz Melodia vai trazer para Teresina o show intitulado “Luiz Melodia Trio”, em que o artista mostra todo o swing interpretando seus maiores sucessos, como “Pérola Negra”, “Magrelinha”, “Estácio, eu e você”, “Juventude Transviada” e “Negro gato” que embora não seja de sua autoria, foi responsável por apelidar o artista. Acompanhado do músico piauiense Renato Piau, seu violão e braço direito no palco, Melodia se reinventa a cada apresentação tornando sempre uma surpresa os sucessos consagrados.

O projeto Seis e Meia é uma realização do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult). Todos os meses uma atração nacional e uma atração local se apresentam no palco do Theatro 4 de Setembro, sendo que desta vez, quem fará a abertura da noite é Gomes Brasil, uma das mais poderosas vozes do Piauí.  Atualmente, o artista integra a banda Regaplanta que possui composições autorais e tocam reggae, hip hop, rap e blues.

Para a coordenadora do Projeto Seis e Meia, Laurenice França, a intenção é agradar o público de todas as idades e variados gostos musicais. “Estamos ouvindo opiniões e tentando agradar ao público de todas as idades. Estamos em contato com a produção de vários artistas para tentarmos fechar os próximos shows”, diz Laurenice.

Renato Piau

Renato Piau acompanhará Luís Melodia no Projeto Seis & Meia, dia 10 de maio, no Theatro 4 de Setembro. Piauiense, nascido em Teresina, Piau é instrumentista, compositor, cantor. No início da década de 1970, mudou-se para o Rio de Janeiro a convite do poeta Torquato Neto, com quem iniciou parceria.

Como guitarrista e violonista acompanhou boa parte dos artistas da MPB. Fundou a editora musical e gravadora Guitarra Brasileira, pela qual lançou vários discos de artistas brasileiros.

Na década de 1970, acompanhou Raul Seixas, Sérgio Sampaio, Luiz Gonzaga, Fagner, Nana Vasconcelos, Chuck Berry, Sandra de Sá, Ron Carter, Tânia Maria, Baiano e os Novos Caetanos, Zé Ramalho, entre muitos outros. Amigo de Tim Maia, também esteve presente em momentos da carreira do rei do soul brasileiro. Compôs, com Chico Anísio e Arnaud Rodrigues, várias músicas gravadas pela dupla Baiano e Os Novos Caetanos, com a qual viajou em turnê. Com Melodia foi parceiro na canção “Me beija”.

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A Netflix encomendou dez episódios de uma série baseada no filme Cara Gente Branca, informa o THR. Premiado em Sundance 2014, no Gotham e no Independent Spirit Awards, o longa escrito e dirigido pelo estreante Justin Simien acompanha quatro adolescentes negros que se revoltam quando os colegas brancos, maioria na escola, promovem uma festa com blackface liberado.

Assim como o longa, os episódios de trinta minutos terão o tom de crítica social e o racismo como principal tema, mantendo o colégio como cenário. Simien vai escrever tudo e comandar o primeiro capítulo. As filmagens vão começar ainda este ano e o lançamento está previsto para 2017. A participação dos atores do filme ainda não foi confirmada. O elenco principal tinha Tyler James Williams (o eterno Chris que todo mundo ama odiar), Tessa ThompsonTeyonah Parris,Brandon P BellKyle GallnerBrittany Curran, Justin Dobies, Marque Richardson e Malcolm Barrett.

Cara Gente Branca foi lançado direto em VOD no Brasil.

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É fácil dizer que sucesso do Universo Cinematográfico Marvel já está consolidado, e a ótima recepção de Capitão América: Guerra Civil apenas prova que o caminho está correto. Mas apesar de toda a excelência, há um mesmo fator que, constantemente, é alvo de algumas críticas e reclamações dos aficcionados pelas histórias em quadrinhos e suas adaptações. E de acordo com o roteirista Stephen McFeely, há uma razão que explica os vilões do UCM acabarem decepcionando.

McFeely é tradicional roteirista do Universo Marvel e esteve por trás não somente dos três filmes do Capitão América, mas também de Thor: O Mundo Sombrio, da série Agent Carter e trabalha na pré-produção de Vingadores 3 e 4. Em entrevista para o JoBlo, ele explicou que entende de onde vem a sensação de que os vilões do Universo Cinematográfico são fracos, mas que a explicação é simples: os filmes simplesmente não são sobre eles.

O roteirista declarou:

“Se você pensa sobre isso, eu entendo as críticas, mas as fases iniciais eram todas sobre histórias de origem. Elas tendem a criar um vilão similar. Quando não é mais uma história de origem, eu acho que você pode ter um pouco mais de liberdade para criar vilões diferentes. Eu estou atento ao problema. Eu entendo. Mas não era a história de Robert Redford, era Capitão América 2 – O Soldado Invernal. Não era a jornada do Caveira Vermelha, era a jornada de um rapaz de 40kg se transformando no herói americano e então sendo congelado. Então em um filme de 120 minutos, é difícil, e Thanos possivelmente vai mudar isso, mas você quer usar bem o seu tempo. Me desculpe por sair em uma tangente, mas eu amo as séries da Marvel Netflix porque você tem muito mais tempo para gastar com os vilões. São literalmente minutos e horas gastos.”

Talvez o Universo Cinematográfico Marvel não tenha criado um vilão realmente icônico desde Loki (Tom Hiddleston), e vale destacar que ele foi apresentado justamente no filme de origem de Thor. Enquanto isso, de fato houve um belo trabalho com Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) em Demolidor e com Kilgrave (David Tennant) em Jessica Jones. Os três demonstram complexidade e ganharam o público, inclusive, pelas boas atuações.

Em Capitão América: Guerra Civil, o vilão é o Barão Zemo (Daniel Bruhl), mas com tantas coisas acontecendo no filme, o destaque de fato acaba ficando com os demais persoangens. O que você achou?

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Se antes já era bom, imagina agora! O novo visual dos Power Rangers está causando um furor na web nesta quinta-feira, 5. Como divulgou a revista Entertainment Weekly, os personagens deixaram de lado aquele antigo uniforme e ganharam uma espécie de armadura.

Apesar da repaginada para o novo filme, o look compõe características do antigo. Cada Ranger permaneceu com cores diferentes (amarelo, preto, vermelho, rosa e azul).

“Tá lindo demais”, comentou um fã no Twitter. Entretanto, houve aqueles que ainda preferem a versão original, um marco na infância de muitos jovens: “Nenhum deles vão se comparar aos da minha infância, que vão ser sempre os melhores”. E você, gostou da novidade?

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Em um cenário ainda dominado por Capitão América: Guerra Civil, a maior estreia da semana é uma animação com circuito modesto de salas. Trata-se da aventura Heróis da Galáxia: Ratchet e Clank, baseada em uma série de jogos de videogame, que abre em 227 salas, sendo 105 delas em 3D.

Na produção canadense dirigida por Kevin Munroe e Jericca Cleland o alienígena Ratchet, que lembra a aparência de um tigre e é habilidoso com armas, se une ao robô Clank para enfrentar o vilão Chairman Drek, que pode liquidar a galáxia Solana com sua arma de destruição em massa.

Com um lançamento oportuno, estreia nesta quinta, às vésperas do Dia das Mães, a comédia O Maior Amor do Mundo, que entrelaça histórias ligadas à maternidade com um elenco que conta com Julia RobertsJennifer Aniston e Kate Hudson. A direção é de Garry Marshall, diretor de Uma Linda MulherIdas e Vindas do Amor e Noite de Ano Novo. Estreia em 143 salas.

O terror Martyrs acompanha a história de duas mulheres que conseguem se livrar de um sequestro realizado por um grupo de fanáticos sádicos e planeja vingança. A produção americana dirigida por Kevin e Michael Goetz chega 118 salas.

Prova de Coragem, um drama nacional, narra a jornada de Hermano (Armando Babaioff), um médico que vai atrás de um objetivo antigo que é escalar uma perigosa montanha. Enquanto isso, sua esposa (Mariana Ximenes) passa por uma gravidez de risco. Dirigido por Roberto Gervitz, o filme estreia em 60 salas.

O documentário brasileiro O Começo da Vida, de Estela Renner, retrata os primeiros 1000 dias de um recém nascido e chega a 23 salas. O drama argentino O Décimo Homem, de Daniel Burman (A Sorte em Suas Mãos), acompanha um bem sucedido rapaz que volta para o bairro onde passou a infância e vivencia contrastes entre sua vida atual e os valores de sua família.

As demais estreias são o drama brasileiro Ralé, de Helena Ignêz (estreia em cinco salas); o filme de drama e ação chinês A Assassina, de Hou Hsiao-Hsien (estreia em cinco salas); e a comédia dramática Os Inimigos da Dor, coprodução Brasil-Uruguai dirigida por Arauco Hernández Holz (estreia em uma sala).

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